Depois de dois anos, eu criei coragem para assistir O Cavaleio Solitário. Algumas pessoas falaram tão mal do filme que eu simplesmente não quis ver. Primeiro, nunca gostei dos filmes de Faroeste, Vasco, ops piada velha segundo, eu não queria confirmar que era ruim mesmo. Quando eu ainda era uma pequena Janaína, meu avô era meio que viciado nesses tipos de filmes então, às vezes eu ficava na sala assistindo junto com ele. Francamente, nada fazia sentido. Só tinha tiroteio, uma donzela em perigo, mais tiroteio, cavalos, o mocinho que ninguém conseguia matar, mais tiroteio e etc... Todos eram iguais para mim. Eu só gostava quando alguém levava um tiro bem no meio da testa, mais ou menos assim: Diante dessas que chamamos de experiências na infância, pensei que não valeria a pena assistir um filme de faroeste mesmo com o Johnny Depp e o príncipe de Espelho, espelho, meu que fosse ruim. Na realidade, o filme não é ruim. Ele não um "nossa que Capitão América II...
Andava na rua distraída. De repente, tropecei em uma pedra. No meio do caminho tinha uma pedra. Tinha uma pedra no meio do caminho. E ela se chamava procrastinação.
Ninguém liga se você está bem. As pessoas só querem que você não as atrapalhe. Elas querem que você faça o que disse a elas que iria fazer. Ninguém se importa se você acordou hoje com vontade de não ter acordado. O importante é um cumprir as regras e colaborar. Com o quê? Eu também não sei. O mundo não liga se você está vivendo, eles só querem que você sobreviva e faça o que tem de fazer.
Comentários
Postar um comentário