Depois de dois anos, eu criei coragem para assistir O Cavaleio Solitário. Algumas pessoas falaram tão mal do filme que eu simplesmente não quis ver. Primeiro, nunca gostei dos filmes de Faroeste, Vasco, ops piada velha segundo, eu não queria confirmar que era ruim mesmo. Quando eu ainda era uma pequena Janaína, meu avô era meio que viciado nesses tipos de filmes então, às vezes eu ficava na sala assistindo junto com ele. Francamente, nada fazia sentido. Só tinha tiroteio, uma donzela em perigo, mais tiroteio, cavalos, o mocinho que ninguém conseguia matar, mais tiroteio e etc... Todos eram iguais para mim. Eu só gostava quando alguém levava um tiro bem no meio da testa, mais ou menos assim: Diante dessas que chamamos de experiências na infância, pensei que não valeria a pena assistir um filme de faroeste mesmo com o Johnny Depp e o príncipe de Espelho, espelho, meu que fosse ruim. Na realidade, o filme não é ruim. Ele não um "nossa que Capitão América II...
Estava decidida a terminar um texto narrativo que comecei a escrever em 2011, mas eu não o trouxe comigo, então aquela história vai ter que esperar mais um pouco para ser terminada. A razão por eu não a terminado eu não lembro. No entanto, tudo me leva a crer que foi por causa da quantidade de linha. O texto já tinha extrapolado o limite e eu estava bem no começo, logo provavelmente fiz outro ou não o entreguei. Como eu disse, não me lembro. Eu tenho um sério problema com limite mínimo e máximo de um texto. Acredito que tudo começou em 2010, quando fui desafiada a fazer um texto narrativo ou continuar um. Por padrão, resolvi criar o meu próprio texto. Na época, achei aquelas quatro ou cinco folhas mais incríveis que já tinha feito na vida. No entanto, a professora jogou um balde de água fria na minha cara, quando se recusou a ler porque, segundo ela, tinha ultrapassado o limite máximo de 30 ou 35 linhas. Eu não lembro o nome dela, mas eu tinha certeza que ela não ...
Digamos que ultimamente tenho participado de diversas discussões filosóficas comigo mesma. Então, resolvi escrever sobre a mais recente. Na realidade, não foi bem uma discussão, mas a “parada” toda aconteceu mais ou menos assim: Feijão (Rango, 2011)
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