Estava decidida a terminar um texto narrativo que comecei a escrever em 2011, mas eu não o trouxe comigo, então aquela história vai ter que esperar mais um pouco para ser terminada. A razão por eu não a terminado eu não lembro. No entanto, tudo me leva a crer que foi por causa da quantidade de linha. O texto já tinha extrapolado o limite e eu estava bem no começo, logo provavelmente fiz outro ou não o entreguei. Como eu disse, não me lembro. Eu tenho um sério problema com limite mínimo e máximo de um texto. Acredito que tudo começou em 2010, quando fui desafiada a fazer um texto narrativo ou continuar um. Por padrão, resolvi criar o meu próprio texto. Na época, achei aquelas quatro ou cinco folhas mais incríveis que já tinha feito na vida. No entanto, a professora jogou um balde de água fria na minha cara, quando se recusou a ler porque, segundo ela, tinha ultrapassado o limite máximo de 30 ou 35 linhas. Eu não lembro o nome dela, mas eu tinha certeza que ela não ...
Digamos que ultimamente tenho participado de diversas discussões filosóficas comigo mesma. Então, resolvi escrever sobre a mais recente. Na realidade, não foi bem uma discussão, mas a “parada” toda aconteceu mais ou menos assim: Feijão (Rango, 2011)
Cena do filme A insustentável leveza do ser Ontem, finalmente, fechei a última página de A insustentável leveza do ser, de Milan Kundera. "Finalmente" porque essa história entre nós começou em 2016, quando uma professora de Fotografia, da época em que me arrisquei a fazer jornalismo, recomendou o filme. E eu gostei — por incrível que pareça — tanto que assisti mais de uma vez. Três anos depois, já migrando para Letras porque havia trancado o primeiro curso, encontrei o romance na biblioteca da faculdade. Comecei a ler, no entanto, o prazo de empréstimo venceu palmas para ele , e o livro voltou para a estante sem que eu o terminasse. Em 2025, já no final do mestrado, uma dor de cabeça insistente me levou a Goiânia para realizar um exame. Enquanto esperava o ônibus de volta para minha cidade, dei de cara com o livro novamente, dessa vez, em uma pilha de doações de uma Biblioteca Pública. Peguei-o e pensei: "agora vai". E fui. E entendi por que havia desistido ant...
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